27 coisas sobre ter 27 anos

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Igor Faria:

Não tem como passar batido pelos 27. Assim como não tem como deixar de se enxergar em quase todos os pontos levantados pela Fabi neste texto. Enjoy… And be free!

Postado originalmente em FABI SOARES:

Um post disfarçado de autoanálise sobre o fato de eu estar completando 27 anos na sexta.

1) Aquela crise do 3º ano de colégio (sobre o que você vai ser quando crescer) nunca vai embora

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2) Você gasta mais tempo namorando a vitrine com móveis de casa do que  a vitrine de sapatos.

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3) Você começa a se achar velho demais pra tudo, mesmo não sendo.

Então ignore esse sentimento e faça a coisa anyway.4

4) Você descobre que na vida nada está sobre controle e começa a relaxar.

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5) Você aprende que cabeça e coração raramente concordam um com o outro. E isso não é o fim do mundo.

Por exemplo, você pode até entender que você não precisa sofrer por algo, mas seu coração dói mesmo assim. Então deixa o coração doer. O que você sente não precisa fazer sentido, só precisa ser sentido e pronto.

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6) É hora de…

Ver original 602 mais palavras

EF – Live The Language, pt. III: Rio de Janeiro

Eu já falei aqui sobre a campanha Live The Language, da escola EF, umas duas vezes. Não é atoa que eu gosto tanto dessa campanha: ao meu ver, ela transmite a essência do que a experiência de intercâmbio deve ser. Aprender uma nova língua, sim, mas também estar imerso em uma nova cultura. Fazer um intercâmbio é uma experiência que vai te dar não só uma noção de mundo, mas também uma noção de si próprio inserido nesse mundo. É uma das poucas etapas na vida que eu gostaria que todo mundo tivesse a oportunidade de passar.

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E, pelo visto, eu não sou o único que virou fã dessa campanha. O Kenzo Giunto, um jovem brasileiro,  na busca por se tornar um cineasta famoso – compartilho sua paixão, cara! – fez a sua própria versão do filme, colocando a mais famosa cidade do Brasil em foco: o Rio de Janeiro recebe um intercambista que aprende algumas gírias e costumes marrentos cariocas.

Confesso que achei engraçado ver expressões como “mate”, “altinha” e “pão de queijoMINEIRO PRIDE, YO! na tela, mas o vídeo não perde em nada para a campanha original. Inclusive, eu só fui notar que era uma versão amadora, ao final do vídeo, quando vi que o canal não era o oficial da EF. Quem quiser conferir os outros trabalhos do Kenzo, o canal do cara no YouTube é este aqui fica a dica: o cara tem talento! Smiley piscando

Sobre encalhes, golfinhos e Ingrid Visser

No dia 05 de março, cerca de 20 golfinhos encalharam nas areias da Prainha, em Arraial do Cabo. Os moradores e banhistas que estavam ao redor, após a surpresa inicial de verem os animais nadarem em direção à praia e ficarem agarrados, correram para ajudar. O mais fantástico? Toda a ação foi gravada em vídeo e não dura nem quatro minutos!

Um encalhe é extremamente estressante para os cetáceos e, dizem os cientistas, podem traumatizar um animal pelo resto da vida. Principalmente se o resgate for demorado, alguns animais não conseguem sobreviver nem mesmo após terem retornado ao mar. Neste caso, pela rapidez do salvamento, o “erro de percurso” talvez não deixe sequelas nos golfinhos.

Encalhes de golfinhos e baleias não são raros, mas nos últimos anos os números de ocorrências tem assustado os cientistas. Alguns culpam a intervenção direta do homem no reino marinho, através de sonares, plataformas petroquímicas, e demais construções que interferem no senso de direção dos animais, principalmente com a ecolocalização dos golfinhos. Outros afirmam que são as mudanças climáticas que vem afetando os sonares biológicos dos animais.

orca research trust

Quem faz um trabalho fantástico com animais encalhados é a doutora Ingrid Visser. Ela criou a "Orca Research Trust", uma organização não-governamental empenhada em educar as pessoas, coletar informações e proteger as Orcas da Nova Zelândia. A ORT possui uma “orca hotline”, em que as pessoas podem ligar em casos de avistament0 ou encalhe de orcas. É imensa a quantidade de gente que avisa e, por causa dessas pessoas, a cientista já conseguiu salvar um bom número de golfinhos e baleias assim. [clicar na imagem acima vai te levar pra página do projeto, no Facebook]

No primeiro vídeo abaixo, a doutora Ingrid e voluntários tentam salvar um grupo de baleias piloto que encalharam na costa norte da ilha sul da Nova Zelândia, em janeiro deste ano. No segundo vídeo, a doutora e outros voluntários tentam salvar uma orca macho, no fim de 2010.

DreamGiver

De onde vem os sonhos que temos quase todas as noites? Essa belíssima animação da Brigham Young University’s Center for Animation nos responde a essa pergunta e ainda aponta porque, às vezes, nossos melhores sonhos podem se tornar imensos pesadelos…

(fiquei com receio de dormir, sabendo que é um bichinho feio desses quem quebra uns ovos enquanto eu tô de olhos fechados…)

Copacabana com muito Shoyu, por favor

photo3O Fino Coletivo é um samba-rock modesto, apaixonante e com um suíngue que não te deixa parado. Apesar da pluralidade regional do conjunto, com integrantes nordestinos e cariocas, é a malemolência deste último que sobressai no som do Fino. Impossível não se imaginar nas praias do Rio de Janeiro enquanto escuta Copacabana, o segundo álbum dos caras. Perfeito pro Carnaval!

O Fino tem muita música boa, principalmente neste segundo cd, onde o som ficou mais melodioso. Recomendo Minha Menina Bonita pra conquistar a gatinha que você já estava de olho há algum tempo. Não pode esquecer de misturar com um belo pôr-do-sol em uma praia de areias brancas. Se o lance for pegar jacaré no coração daquela surfistinha esperta, pode mandar ver com A Coisa Mais Linda do Mundo. Principalemente se a marrentinha estiver vestindo amarelo. Quer começar o dia bem e pular da cama com o maior sorriso e empolgação a mil? Coloque Beijou Você como despertador:

Há muito tempo eu não escutava alguma banda de ska. Lembro que lá pros meados dos anos 90 eu tinha um contato quase que diário com Skuba ou Rumbora. A dupla Peixoto & Maxado chegou na minha vida pra retornar o ska à essa lacuna que nunca deveria ter existido. A dupla canta em inglês, o que pra uns pode ser um desaforo, mas pra mim ficou é perfeito. As letras – humoradas, na maioria – junto à melodia de muito suíngue e ritmo transformam a música do P&M em algo leve e gostoso de se escutar.

A faixa que abre o álbum, Die In Vain faz bem seu papel, com muita tequila e uma pitada de Hawaii, abre as portas  e apresenta o que é um ótimo conjunto de 14 músicas. As engraçadas I Wanna Shoyu (música que dá nome ao álbum) e Bros Before Hoes, quase te fazem esquecer que ambas as músicas falam sobre relacionamentos e amor. Por fim, a famosa Sounds of Silence, da dupla Simon & Garfunkel, ganha uma nova roupagem, puxada pro reggae, que ganhou meu coração.

Dicas pro Reveillon das gatas? Trabalhamos!

A lindeza em forma de pessoa que atende pelo nome de Gabi Alvarenga pediu a minha ajuda (e de mais alguns barbados) para dar dicas pro vestuário de Reveillon das lindas que leem a Panela dela. Infelizmente foi vetada a minha primeira dica: “VÁ SEM ROUPA! \o/”. Parei então por alguns minutos e pensei qual roupa a garota que eu me apaixonaria estaria usando na noite de Reveillon.

Por sorte ou azar (ainda não decidi), o Reveillon aqui no Brasil cai no verão e, por esse e outros motivos, não vale a pena investir em nada muito pesado. O importante é passar uma imagem de leveza, de diversão, com bastante sorriso. Tem gente (homens e mulheres) que não gosta, mas eu acho o estilo “new-hippie” o ideal pra um Reveillon no país tropical.

Uma saia média (nem longa, nem muito curta – Reveillon não é época de piriguetagem), na altura do joelho, é legal. Lembre-se que tem que ser algo leve, bem solto, pra não passar aquela ideia de “escrava da roupa”, ok?

look01Camisetas de alcinhas são boas porque, se o calor estiver matando, ela ajuda a deixar as coisas mais refrescantes. E se bater uma brisa, um casaquinho (ou aquele gato que tava te encarando) ajuda a manter o calor do corpo. Sem falar que é verão e nada combina mais com essa estação do que pele. Tente mostrar partes do seu corpo, mas sem parecer vulgar. Ombros, costas, pescoço/nuca, são alguns locais chaves no corpo feminino (mas vocês já sabem disso, né?). Decotes são legais porque (eu imagino) também ajudam a refrescar. Uma fenda lateral, mostrando uma parte das costelas ou um decote nas costas às vezes tem um efeito até melhor do que no busto.

look02

No pé, uma sandália de dedo ou havaianas vão bem. Valem também aqueles sapatinhos fechados, sem salto. Desnecessário dizer que All Star (ou variações do mesmo estilo) é um tiro certeiro do cupido no coração deste rapaz, né?

Cor é um assunto delicado porque cada um quer vestir aquilo que deseja receber no próximo ano. Quem tá de olho na grana, veste amarelo. Se quer uma paixão avassaladora (diguidin, diguidin!), manda ver no vermelho. Se o coração tá precisando de carinho e amor, vai de rosinha… Mas, independente disso tudo, ir de branco não tem erro com os homens. Sabe aquela história do fetiche em “mulheres de branco”? Poisé, a mais pura verdade! Eu aposto que virada do ano e Skol Sensation são as festas com mais índice de homens desejando que chova, por m²!

Quanto ao cabelo, que a Gabi não pediu pra falar, mas eu acho super importante, segue meu conselho: trança e franja de ladinho. Pode me agradecer depois!

Depoi de enviar o e-mail eu fui lembrar de uma dica importantíssima. Como todo o visual que eu pensei foi baseado em uma virada na praia, as marquinhas de biquini devem ser exploradas à sua plenitude. Combinado? Smiley piscando

Se você é menina, acesse a Panela da Gabi e leia as outras dicas do que vestir pro Reveillon. Se você for homem, deixa lá seu comentário concordando ou não com a opinião dos rapazes. E, já que você ainda está por aqui, que tal comentar o que você achou das minhas dicas? Alegre

#OccupyRobinHood

anonymous1O Anonymous não perdoa. Pega um, pega geral. Também vai pegar você!

Há algumas semanas eles vinham avisando que uma grande operação seria realizada no final de semana do Natal. Não deu outra: na segunda-feira, dia 26, o banco de dados da agência de segurança norte-americana Stratfor foi invadido e diversas informações de cartões de crédito de empresas e do Departamento de Defesa dos USA foram acessadas. Minutos depois, orfanatos, asilos e instituições de caridade ao redor do mundo todo receberam doações em suas contas bancárias, com a singela mensagem de “Obrigado! Agência de Segurança Interna”.

Eu ainda não sei aonde fica minha opinião quanto ao Anonymous e aos movimentos de #Occupy. A maioria das reinvidicações me parecem justas e uma parte de mim pagaria pra ver um mundo onde toda a ordem econômica fosse abalada. Mas a partir de que ponto as ações de cyber/hackerativismo deixam de ser um direito da população de se organizar, e se tornam mais uma forma de roubo? Os fins justificam os meios, afinal de contas? Não é roubo, se o dinheiro vai para caridade?

Em um momento em que o congresso americano tenta passar a S.O.P.A. (Stop Online Piracy Act) como lei, talvez essa ação do Anonymous não tenha sido assim tão boa.

"We are Anonymous. We are Legion. We do not forgive. We do not forget. Expect us."

Para ler mais sobre a ação do Anonymous no dia 26, clique aqui. Para entender mais sobre a S.O.P.A., recomendo este link.