10 filmes que marcaram a minha vida

Quando a Juliana me taggeou em um post no Facebook com a lista dos 10 filmes que mais marcaram a vida dela, achei que seria fácil montar o meu próprio “top 10″. Quanta ingenuidade! Tive que revirar os inúmeros DVDs que tenho em casa, passar por todos os arquivos digitais do HD externo e no final, me contentar com uma lista de só 10 escolhidos?! Tentei evitar filmes mais novos, por serem (obviamente) muito recentes e não possuírem um afastamento temporal para saber se realmente me marcaram ou se só achei muito legal mesmo. Então vamos à lista!

The Goonies (1985)

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Mikey, Bocão, Gordo, Data, Brand e, claro, o querido Sloth! Quem passou a infância dos anos 80-90, com certeza viu esse clássico nas telas da Sessão da Tarde. Escrito por Steven Spielberg e Chris Columbus (sim, o mesmo dos três primeiros Harry Potter), é impossível não se emocionar ao lembrar da aventura que os sete amigos passam a procura de um tesouro pirata, para evitar que suas casas sejam vendidas por causa da hipoteca vencida. Falas como “Andy, you goonie!”, “jerk alert!” ou “goonies never say die!” (e suas respectivas traduções) me acompanham até hoje e a cena em que o Bocão traduz para o espanhol o tour pela casa para a nova empregada Rosalita é puro anos 80!

Free Willy (1993)

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Eu sei, a famosa cena final (spoiler alert!) em que Willy, a orca protagonista do filme, pula sobre o garoto Jesse, em busca de sua liberdade, é simplesmente impossível de ser realizada na vida real. Mas isso não tira a magia da história do menino órfão que faz amizade com um baleia assassina golfinho que também perdeu sua família. Lembro que Free Willy foi um dos primeiros (se não o primeiro) filme que me mostrou, ainda muito novinho, que animais possuem sentimentos, assim como os seres humanos. De lá pra cá, minha paixão e fascínio pelas orcas só aumentou.

Em um “side note” muito importante, aconselho que assistam ao documentário Blackfish (2013), que mostra a realidade cruel em que as orcas são tratadas em parques marinhos e as mentiras contadas ao público para manter a atração interessante.

The Mighty Ducks (1992)

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“Quack! Quack! Quack! Quack!” Se você nunca grasnou para o seu diretor, desculpa mas não podemos ser amigos! Eu não sei nem por onde começar a explicar a paixão que eu tenho pela trilogia dos Mighty Ducks (1992, 1994 e 1996)! A “Oreo line”, o “Flying-V”, os “bash brothers”… Ducks é um daqueles filmes que até hoje rolo de rir assistindo e abro um sorriso ao lembrar de alguma referência. É justo dizer que durante a trilogia a história meio que se repete, mas acompanhar aqueles molequinhos se tornarem grandes jogadores de hockey é o tipo de coisa que só os filmes dos anos 80 e 90 conseguiam fazer. As lições do Coach Bombay (Emilio Estevez) e a atitude de capitão do pequeno Charlie Conway (Joshua Jackson) foram uma excelente influência quando eu tinha meus 5-7 anos e são dignas de atenção até hoje! Afinal, não importa o tipo de merda que a vida jogue para separar seus amigos, “Ducks fly together!”

Romeo + Juliet (1996)

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Eu lembro de ser muito novinho quando assisti pela primeira vez a versão do Baz Luhrmann para o clássico de William Shakespeare. Talvez tenha sido a roupagem moderna que o diretor utilizou, transferindo a história do famoso casal para os dias modernos, numa espécie de presente distópico. Ou talvez tenha sido a atuação magistral do Leonardo DiCaprio – quem assistiu a esse filme na época já sabia a capacidade e talento do jovem, antes mesmo de Titanic (1997). Fato é que eu lembro de ter ficado fascinado pelo filme e muitos anos depois peguei para assistir novamente. Te juro que não faço ideia de como eu consegui entender qualquer coisa desse filme na época! O roteiro segue muito das falas originais, com o inglês rebuscado de Shakespeare e só quando passei para a versão dublada que fui entender os diálogos. Mas foi essa versão de Romeo + Juliet que me fez apaixonar pela ideia de “amor à primeira vista” e pela divertida noção de pegar clássicos e dar uma roupagem moderna, sem destruir a obra original.

Jurassic Park (1993)

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Por muitas noites, aquela cena inicial de Jurassic Park, em que o novo velociraptor é entregue ao parque, foi o ápice das cenas de suspense pra mim. Não tinha Boneco Assassino ou Pinhead que pudesse competir! Ao mesmo tempo, a ideia de trazer animais de volta à vida através de um material genético “congelado” no tempo era tentadora demais para minha jovem curiosidade científica. Todo aquele papo de DNA retirada de um inseto preso em âmbar, misturado com rãs africanas alimentou por anos meu interesse por biologia. Ajuda muito que os efeitos especiais da época ainda se mantenham bastante convincentes, levantando diversas teorias que o Spielberg deve ter vendido a alma para conseguir um resultado tão realista. Quer dizer, se você desconsiderar as descobertas recentes sobre dinossauros com penas e tudo o mais…

Independence Day (1996)

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Se Jurassic Park foi o culpado pelo meu interesse em biologia, foi Independence Day que me fez olhar pro céu a noite e pensar nem fodendo que nós estamos sozinhos!”. Eu lembro de sair do cinema, ver as luzes da cidade ao longe (na época eu morava numa cidadezinha do Triângulo Mineiro e a diversão era ir ao shopping em Uberlândia) e ficar imaginando se aquela iluminação eram os alienígenas chegando. Por muitas e muitas noites, a simples ideia de fechar os olhos e acordar com um alien a dois centímetros do meu rosto me manteve acordado. Por outro lado, até hoje olho pro céu e fico imaginando qual estrela possui algum tipo de civilização ou vida inteligente a procura de semelhantes pelo espaço.

Sem falar que eles explodiram a Casa Branca e o Empire States Building! NAONDE que no mundo de hoje, pós 11 de Setembro, Hollywood vai ter culhões pra fazer qualquer coisa semelhante novamente? Eu te respondo: é NUNCA!

Almost Famous (2000)

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Penny Lane, Cameron Crowe, Stillwater… e a Kate Hudson mais sensual e linda de todos os tempos! Pronto, se só isso não bastasse para Almost Famous ser um dos filmes mais divertidos de todos os tempos, adicione o efeito de “garoto acompanha banda de rock na década mais louca da música, faturando a mulher mais maravilhosa que você já viu na sua vida” e aquela (imensa) invejinha que todos nós sentimos do jovem William Miller ao correr atrás do seu sonho de ser jornalista musical. Todas as palavras e elogios que eu puder escrever sobre esse filme não vão se comparar à magia da cena com a música “Tiny Dancer” (interpretada magistralmente por Dave Grohl, anos mais tarde). “You are home”.

Lembrem-se, crianças: “Groupies sleep with rock star because they wanna be near someone famous… We’re here because of the music, we are band-aids!”

The Girl Next Door (2004)

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Por onde eu começo a falar das camadas que esse filme possui? Você vai assistir achando que é só mais uma comédia romântica bobinha, com final previsível… Dai acha que vai acabar vendo uns peitinhos aqui e ali… No final, o filme joga no seu colo tanta mensagem de auto-confiança, que você nem sabe o que aconteceu. Ajuda que a Elisha Cuthbert tá uma graça e que o Emile Hirsch vai ser pra sempre o amigo que você gostaria de ter? Ajuda, mas não é disso que eu tô falando! Seja no discurso sobre fibra moral, de achar aquela coisa (ou pessoa) que você realmente acredita na vida e correr atrás dela, independente de pré julgamentos, ou na divertida (porém clichê) história de amor entre os protagonistas, The Girl Next Door entra fácil na lista de filmes que mais me marcaram na vida, senão por tudo isso que já falei, pela simples mensagem de saber se, no final de tudo, “is the juice worth the squeeze?”.

Into the Wild (2007)

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Eu não tava brincando quando falei que o Emile Hirsch é o amigo que você quer ter pro resto da vida. Quer dizer, pelo menos baseado nas escolhas de filmes que ele faz, com mensagens interessantes pra se divagar, dá pra se interessar um pouco pela amizade de alguém assim. Into the Wild é provavelmente o único filme desta lista (talvez o próximo também) que não precisa de introdução ou explicações do porquê é tão marcante! Numa sociedade atual, que nos adestra a viver um certo tipo de vida, a sonhar e ansiar por certos padrões culturais e existenciais, saber que a história desse filme foi baseada em uma pessoa de verdade é um verdadeiro ar fresco para quem se sente sufocado pelo que vê ao redor. Precisa dizer da trilha sonora simplesmente animal, feita pelo Eddie Vedder? Não precisa, mas soma mil pontos.

Ferris Bueller’s Day Off (1986)

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Desculpa se você achou que eu ia terminar essa lista sem o maior clássico de todos os tempos. Sem o filme que formou o caráter de uma geração, que nos ensinou que “Life moves pretty fast. If you don’t stop and look around once in a while, you could miss it”, que nos ensinou a cantar e dançar “Twist and Shout” no meio de uma parada sem se preocupar em quem possa te ver ou julgar. “Ferris Bueller is a righteous dude”, seja você um nerd, um esportista, uma vadia, um maconheiro, um revoltado… Todos nós o adoramos e queremos ser seu melhor amigo! Mesmo que isso custe a preciosa Ferrari ’61 do seu pai, você sabe que no final, tudo que o Ferris quer é te dar aquele empurrão para que você possa ser alguém melhor e curtir a vida adoidado. Afinal de contas, “not that I condone fascism, or any -ism for that matter. -Ism’s in my opinion are not good. A person should not believe in an -ism, he should believe in himself.”

X-MEN: A Brazilian Tribute to 51 Years

X-Men - A Brazilian Tribute to 51 Years

De todas as minhas “nerdices“, eu consigo lembrar que X-Men foi a primeira obra que eu tive acesso e fiquei interessado, quando era bem jovem, antes mesmo de Cavaleiros do Zodíaco ou filmes como Star Wars. Meu irmão mais velho assinava as revistinhas da Marvel que, na década de 90, a Abril traduzia e publicava no Brasil. A cada mês, o pacotinho com Homem-Aranha, Hulk, Capitão América e outros chegava lá em casa, mas eu me recordo de sempre começar pelas aventuras dos X-Men. Na época, acho que o grupo de super-heróis com poderes espetaculares, lutando contra vilões quase invencíveis me chamava bastante atenção. Mas foi só quando eu cresci mais um pouco que fui entender as mensagens políticas e humanas por trás dos mutantes criados por Stan Lee e Jack Kirby.

Na época eu ainda era muito novo pra entender que seus personagens representavam várias etnias e cenários culturais. Muito menos que as histórias tratavam de temas relacionados à minorias, discriminação racial, tolerância e crenças na existência de uma “raça superior”. Mas aquilo me chamava a atenção de alguma forma e hoje dou muito valor a ter crescido lendo esses quadrinhos, tanto que, acredito que boa parte da minha mentalidade de “analisar antes de julgar” e entender que ninguém é melhor que o outro, vieram das histórias dos X-Men.

O projeto X-MEN: A Brazilian Tribute to 51 Years, foi criado para homenagear as HQs dos mutantes, que completaram 51 anos no dia 10 de setembro de 2014. Criado por Renan Roque, o projeto teve participação de 51 ilustradores para redesenhar, ao seu estilo, 51 personagens da série. Abaixo (clique em “Continuar lendo“) eu selecionei os meus personagens e ilustrações preferidos, mas aconselho conferir a página do projeto no Behance para ver todas as obras.

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“Yeah Branding, bitch!” Logos fictícios de séries de TV

Francis Underwood

Uma coisa que sempre me chama a atenção em séries de TV, filmes ou qualquer obra que conta uma história, é a capacidade que aquele universo tem de se expandir e apresentar novos elementos a partir dos primeiros que já foram estabelecidos. Sim, eu sou uma vadia dos universos expandidos! Muito dessa capacidade se dá no nível de detalhes que os criadores colocam em mostrar ao público detalhes irrelevantes, mas que fazem aqueles personagens serem mais críveis e reais.

O artista uruguaio Pablo Cánepa pode não ter trabalhado em nenhuma destas séries, mas ele criou várias logos dos negócios de diversos personagens das séries mais famosas da atualidade. Dentre os meus preferidos estão a campanha para presidente do Francis Underwood (House of Cards), o escritório de arquitetura do Ted Mosby (How I Met Your Mother) e a clínica médica do Gregory House (House). Na página do projeto no Behance, tem ainda logos para Walter White e Jesse Pinkeman (Breaking Bad), Ross Geller e Joey Tribbiani (Friends), e muitos outros. Vale a pena o clique!

Gregory House

Ted Mosby

Walter White

Power Ranger da 1ª geração, por Fernando Peniche

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Quem cresceu – ou sequer viveu – nos anos 90, sabe da importância dos Power Rangers na formação das crianças e pré-adolescentes daquela época. Eu não sou exceção à regra! Lembro muito bem de passar o horário do almoço inteiro grudado na telinha, assistindo às aventuras dos protetores da Alameda dos Anjos, seja contra Rita Repulsa, Lord Zed ou qualquer outro vilão da vez.

Apesar de ter acompanhado até a saga “No Espaço” e a considerar uma das melhores (ao lado da Turbo), não posso negar a carga emocional e a diversão que foram as primeiras temporadas, com Tommy, Jason/Rocky, Billy, Zack/Adam, Trini/Aisha, Kimberly/Katherine e até do alívio cômico Bulk e Skull. Foram essas três primeiras temporadas que nos apresentaram ao Zordon, ao Alpha 5 – e seu inconfundível “Ai, ai, ai, ai, ai, Rangers!”.

(melhor música de abertura de toda a série!)

E parece que eu não sou o único a lembrar dessa época com carinho e saudosismo. O artista mexicano Fernando Peniche redesenhou os primeiros Rangers com um traço mais moderno, adulto e – porque não? – badass. Coloquei todos abaixo (clique em “Continuar lendo“), mas vale a pena dar uma olhada no devianART do cara. Tem muita coisa bacana! Na página do projeto no Behance (postado em Outubro 2013), ele diz que iria fazer também as versões dos Zords e Megazords, porém nada ainda foi postado. Bora lá elogiar e pedir pra ele continuar a série?

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#ihRodei pelo Atacama

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(vem comigo nessa viagem!)

O amigo Thiago Khoury me convidou pra falar sobre os tours que eu fiz com duas amigas (Juliana e Nataly) no começo de ano, lá no Atacama! A série vai ter quatro posts e o primeiro já está no ar, com minhas impressões sobre os Monjes de la Pacana” e o belíssimo “Salar de Tara. Confira o comecinho ai embaixo e acompanhe o  Rodei para ler as excelentes dicas de viagens do Thiago!

“E se a gente passasse o Reveillon no deserto?”

Foi mais ou menos assim que começou a história do fim de ano mais inusitado e divertido da minha vida. Já tínhamos combinado de passar a virada de 2013 para 2014 juntos, mas apesar do plano original envolver Londres, em junho já estávamos com as passagens compradas para Santiago e San Pedro de Atacama.

Resolvemos fechar todos os tours no primeiro dia e, apesar de procurarmos ferrenhamente a loja da Grado 10, como o Thiago indicou aqui, acabamos fechando tudo com a Turistour. Os caras são bacanas – quem fechou com a gente foi uma moça super simpática – e todo o processo de entender quais os tours disponíveis, encaixar os melhores horários e dias, agendar e pagar não demorou mais do que 40 minutos.

Resolvemos colocar um tour mais comprido no primeiro dia, dois tours no segundo dia, descansar no terceiro dia e fechar a tarde do terceiro dia com um último tour.

(Nataly, eum Juliana e os dois dos vulcões mais famosos do mundo: Licancabur e Hulriques)

(Nataly, eu, Juliana e os vulcões Licancabur e Hulriques)

Começamos no dia seguinte ao que chegamos em San Pedro indo aos Monjes de la Pacana e Salar de Tara. O pessoal da Turistour nos pegou no hotel por volta das 8:00 e partimos de van em direção à cordilheira andina. Confesso que não tinha sentido a presença do deserto até então, mas quando a van parou para observarmos os vulcões Licancabur e Hulriques, e depois durante o lanche no mirante Quepiaco, a realidade bateu e fiquei embasbacado com tanta beleza!

Continue lendo sobre minha viagem ao Atacama no Rodei.

O drama adolescente de Finding Carter

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Como você se sentiria ao descobrir, em plena adolescência, que a mulher que te criou sozinha e que você ama, não é a sua mãe verdadeira? Pior, que você não é fruto de uma adoção, mas foi uma criança raptada aos 3 anos de idade?

Essa é a história contada na série Finding Carter, que estreou no começo de Julho, na MTV americana. Como você pode imaginar, pelo canal em que passa, a história tem uma pegada de drama adolescente, com os personagens experimentando amores, drogas e demais possibilidades que aparecem em suas vidas. Mas isso não quer dizer que a qualidade seja ruim, muito pelo contrário!

A série explora muito a inconsistência na vida de Carter, vivida pela atriz Kathryn Prescott (ex-Skins), hora lutando para não acreditar que a mulher que a criou tão bem seja essa pessoa horrível que todos dizem, hora tentando apreciar sua nova casa, o lar de onde foi roubada. Para piorar a situação, a sua mãe biológica (interpretada por Cynthia Watros, ex-Lost) é policial e caça incansavelmente a “outra mãe” de Carter, que agora é uma fugitiva da polícia. Uma situação que gera diversas discussões e um clima nada agradável entre mãe e filha. Você sabe, como qualquer família comum. Quer mais drama no seu café? Então toma um casamento em ruinas, que ainda sofre com o desaparecimento da filha e, mesmo com o seu retorno, não parece conseguir voltar a ter uma boa sintonia!

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O horror submarino de The Wake

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“There’s something out there…”

Quando o Bruno Taurinho tuitou sobre The Wake, eu fiquei curioso.

 

Eu já estava procurando novas histórias para ler e fiquei com aquilo na cabeça. O que Scott Snyder (“American Vampire”) estava aprontando agora? Sendo um apaixonado por biologia marinha e conspirações governamentais, as primeiras palavras da sinopse já prenderam a minha atenção.

“Quando a bióloga marinha Lee Archer é convocada pelo Departamento de Segurança Doméstica para prestar auxílio contra uma nova ameaça, ela se vê nas profundezas do Círculo Ártico, numa plataforma de extração de petróleo secreta onde descobriu-se algo tão milagroso quanto aterrorizante…”

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