Eu quero um Kindle!

Eu gosto de ler. E acredito que todo ser humano que se preze, gosta de ler de tempos em tempos. Pode ser desde um livro de monografia, à Playboy do mês passado. Enquanto você espera o ônibus, ou vira rei no troninho do banheiro, é sempre bom ter uma leitura em mãos, pra ajudar a passar o tempo. Mas sabe qual o problema de livros? Eles pesam muito…

kindleDX02 Navegando hoje pelas interwebs, eu caí mais uma vez – e se eu estivesse contando, diria que foi a vigésima terceira, só essa semana – no site da Amazon. Mais precisamente no site do Kindle, o novo gadget do momento para se ler livros, jornais, blogs e qualquer outro arquivo em PDF que você queira descansar os olhos sobre. Contando que você não se importar em fazê-lo em preto & branco.

Não é de hoje que eu venho namorando o eletrônico da Amazon. E não é só porquê o Kindle foi lançado que eu comecei a desejá-lo mais do que a qualquer outro gadget do mundo. Eu sempre senti a necessidade de ter um brinquedinho desse tipo. Poder ler em qualquer lugar, à qualquer hora, os livros que eu baixei – sem hipocrisia, minha gente. Eu não vou pagar quase vinte mangos pra baixar livros da Amazon original. Meu uso será inteiramente pirata, já aviso logo!nokia6210

Enfim, se você estivesse na minha pele essa semana, saberia que ficar passando informações sobre intercâmbio em um stand pode ser muito entediante. Ainda bem que eu lembrei que joguei o livro traduzido de The Dig no meu celular, à uns bons 4 meses atrás, e comecei a lê-lo. Porém, todavia, contanto… Se você estivesse na minha pele essa semana, saberia que forçar os olhos para a leitura, em uma tela minúscula de um Nokia 6210, não tem a menor graça! Se já tivesse meu Kindle em mãos, a conversa seria outra.

Não é pela conexão 3G, que te deixa acessar a loja da Amazon de qualquer parte do mundo – até mesmo do deserto do Sahara, pode acreditar! –, nem pela possibilidade de ter um livro inteiro em mãos em menos de 60 segundos. E com certeza não é pela “belíssima” – cof, cof – resolução da tela, com 16 tons de cinza. O meu Kindle viria a calhar porquê eu poderia jogar nele as centenas de arquivos em PDF que eu tenho aqui no meu computador, e sou preguiçoso demais pra ler sentado numa cadeira, encarando a tela de um laptop.

kindle-dx Claro que diversas manias que eu tenho durante a leitura de um livro não seria viáveis. Eu não poderia mais deixar um dedo já na próxima página, pronto pra virar e continuar a história. Seria impossível sentir aquele toque áspero do papel, e muito menos sentir o cheirinho de livro novo assim que você o tira da caixa. Sim, porque eu só compro livro via internet. Nem lembro da última vez que fui à uma livraria e saí de lá com um livro em mãos, ao invés de ter anotado o nome no celular.

Mas, do que eu mais vou sentir falta, sem dúvidas, vai ser de assinar meu nome e a data, assim que eu terminar de ler o livro. As primeiras páginas nunca mais serão as mesmas… Mas em compensação, eu poderei ler meus livros digitais deitado confortavelmente na minha cama.

É… é uma troca justa. Quem quer me trazer um Kindle dos Estados Unidos?🙂

 

P.S.: Que fique BEM claro a minha intensa vontade de ter um Kindle. Pra concluir esse post, como vocês acabaram de ler, eu tive que reiniciar o laptop umas 5 vezes. Isso tudo porque o Windows Live Writer, ferramenta que eu uso pra escrever os posts, me travava toda hora que eu tentava inserir uma figura nova… Obrigado, Microsoft. ¬¬’

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