Copacabana com muito Shoyu, por favor

photo3O Fino Coletivo é um samba-rock modesto, apaixonante e com um suíngue que não te deixa parado. Apesar da pluralidade regional do conjunto, com integrantes nordestinos e cariocas, é a malemolência deste último que sobressai no som do Fino. Impossível não se imaginar nas praias do Rio de Janeiro enquanto escuta Copacabana, o segundo álbum dos caras. Perfeito pro Carnaval!

O Fino tem muita música boa, principalmente neste segundo cd, onde o som ficou mais melodioso. Recomendo Minha Menina Bonita pra conquistar a gatinha que você já estava de olho há algum tempo. Não pode esquecer de misturar com um belo pôr-do-sol em uma praia de areias brancas. Se o lance for pegar jacaré no coração daquela surfistinha esperta, pode mandar ver com A Coisa Mais Linda do Mundo. Principalemente se a marrentinha estiver vestindo amarelo. Quer começar o dia bem e pular da cama com o maior sorriso e empolgação a mil? Coloque Beijou Você como despertador:

Há muito tempo eu não escutava alguma banda de ska. Lembro que lá pros meados dos anos 90 eu tinha um contato quase que diário com Skuba ou Rumbora. A dupla Peixoto & Maxado chegou na minha vida pra retornar o ska à essa lacuna que nunca deveria ter existido. A dupla canta em inglês, o que pra uns pode ser um desaforo, mas pra mim ficou é perfeito. As letras – humoradas, na maioria – junto à melodia de muito suíngue e ritmo transformam a música do P&M em algo leve e gostoso de se escutar.

A faixa que abre o álbum, Die In Vain faz bem seu papel, com muita tequila e uma pitada de Hawaii, abre as portas  e apresenta o que é um ótimo conjunto de 14 músicas. As engraçadas I Wanna Shoyu (música que dá nome ao álbum) e Bros Before Hoes, quase te fazem esquecer que ambas as músicas falam sobre relacionamentos e amor. Por fim, a famosa Sounds of Silence, da dupla Simon & Garfunkel, ganha uma nova roupagem, puxada pro reggae, que ganhou meu coração.

Dicas pro Reveillon das gatas? Trabalhamos!

A lindeza em forma de pessoa que atende pelo nome de Gabi Alvarenga pediu a minha ajuda (e de mais alguns barbados) para dar dicas pro vestuário de Reveillon das lindas que leem a Panela dela. Infelizmente foi vetada a minha primeira dica: “VÁ SEM ROUPA! \o/”. Parei então por alguns minutos e pensei qual roupa a garota que eu me apaixonaria estaria usando na noite de Reveillon.

Por sorte ou azar (ainda não decidi), o Reveillon aqui no Brasil cai no verão e, por esse e outros motivos, não vale a pena investir em nada muito pesado. O importante é passar uma imagem de leveza, de diversão, com bastante sorriso. Tem gente (homens e mulheres) que não gosta, mas eu acho o estilo “new-hippie” o ideal pra um Reveillon no país tropical.

Uma saia média (nem longa, nem muito curta – Reveillon não é época de piriguetagem), na altura do joelho, é legal. Lembre-se que tem que ser algo leve, bem solto, pra não passar aquela ideia de “escrava da roupa”, ok?

look01Camisetas de alcinhas são boas porque, se o calor estiver matando, ela ajuda a deixar as coisas mais refrescantes. E se bater uma brisa, um casaquinho (ou aquele gato que tava te encarando) ajuda a manter o calor do corpo. Sem falar que é verão e nada combina mais com essa estação do que pele. Tente mostrar partes do seu corpo, mas sem parecer vulgar. Ombros, costas, pescoço/nuca, são alguns locais chaves no corpo feminino (mas vocês já sabem disso, né?). Decotes são legais porque (eu imagino) também ajudam a refrescar. Uma fenda lateral, mostrando uma parte das costelas ou um decote nas costas às vezes tem um efeito até melhor do que no busto.

look02

No pé, uma sandália de dedo ou havaianas vão bem. Valem também aqueles sapatinhos fechados, sem salto. Desnecessário dizer que All Star (ou variações do mesmo estilo) é um tiro certeiro do cupido no coração deste rapaz, né?

Cor é um assunto delicado porque cada um quer vestir aquilo que deseja receber no próximo ano. Quem tá de olho na grana, veste amarelo. Se quer uma paixão avassaladora (diguidin, diguidin!), manda ver no vermelho. Se o coração tá precisando de carinho e amor, vai de rosinha… Mas, independente disso tudo, ir de branco não tem erro com os homens. Sabe aquela história do fetiche em “mulheres de branco”? Poisé, a mais pura verdade! Eu aposto que virada do ano e Skol Sensation são as festas com mais índice de homens desejando que chova, por m²!

Quanto ao cabelo, que a Gabi não pediu pra falar, mas eu acho super importante, segue meu conselho: trança e franja de ladinho. Pode me agradecer depois!

Depoi de enviar o e-mail eu fui lembrar de uma dica importantíssima. Como todo o visual que eu pensei foi baseado em uma virada na praia, as marquinhas de biquini devem ser exploradas à sua plenitude. Combinado? Smiley piscando

Se você é menina, acesse a Panela da Gabi e leia as outras dicas do que vestir pro Reveillon. Se você for homem, deixa lá seu comentário concordando ou não com a opinião dos rapazes. E, já que você ainda está por aqui, que tal comentar o que você achou das minhas dicas? Alegre

Blog Day 2010

Blog Day

#mimimi, blá blá blá, whyskas sachê, Blog Day. Quer saber mais? Acessa aqui: http://www.blogday.org

1)  CHMKT – O blog do mineiro Carlos Henrique já virou ponto de parada obrigatório pra qualquer publicitário que se preze hoje em dia. Com foco em Planejamento – mas contendo pouquíssimos gráficos e algumas apresentações esporádicas de ppt – o CHMKT já tem uma penca de colaboradores, todos profissionais altamente qualificados e reconhecidos no mercado nacional. É o tipo de leitura que você tem que acompanhar se quer, assim como eu, subir os degraus do planejamento.

2) Mundo das Marcas – Como bom gestor de marcas to-be, que um dia serei – oh Dezembro que não chega NUNCA! – não poderia indicar uma leitura que trata dessas especiarias tão comuns no nosso dia a dia. As informações, apesar de serem bem completas, trata mais do histórico das empresas, tanto é que alguns colegas de pós acharam o site um pouco superficial. Eu achei que faltava falar mais das estratégias adotadas, não só para mudança da logo, e aprofundar na parte de branding mesmo, falando das experiências que a marca propõe e produz.My Milky Toof

3) My Milky Toof – Não tem como explicar. Você tem que ir lá e acompanhar a historinha desses dois dentinhos de leite mais fofos de toda a websfera. 🙂

4) Projeto Gostoso(a) em 2010 – Quem não quer emagrecer e ficar mais gostoso, não vive nesse mundo. Ok, tem gente que vive sim nesse mundo, mas não tá nem ai pra isso. Mas como ainda tem gente que se liga nisso de ter uma vida mais saudável, se alimentar melhor e perder alguns quilinhos, o Projeto tá aí pra dar algumas dicas super bacanas de alimentação e atividades físicas. Vale a pena, não só porque o projeto é legal, mas porque a dona é uma mega hiper gatinha! 😉 #nerdsafado

5) Lábia – Esse eu descobri hoje, e já virei fã. 😀 A Marininha (acho que ela não tem twitter) deixa um montão de dicas musicais, com vídeos do youtube. Não tem um tema certo por dia. Bateu na cabecinha dela, ela manda ver nos dedinhos e joga pra gente se entreter. Um serviço super bem prestado, principalmente praqueles dias em que a gente quer só ligar alguma coisa e ser surpreendido por músicas que normalmente não estaria no nosso repertório – ou às vezes até está, mas você não estava com muita vontade de pensar pra lembrar. 😉

É, eu sei. Já passou da meia noite e, tecnicamente, hoje já não é mais dia 31/08. Mas quando eu comecei a escrever ainda era! Tenho culpa do post da Katy Perry ter me tomado mais tempo do que eu imaginei?

Who You Gonna Call?

Quando a Biblioteca Pública de Nova Iorque (New York Public Library) se vê enfrentando um sério corte no orçamento, vem a idéia de relembrar as pessoas o quão legal e importante é esta marca para os novaiorquinos. Neste cenário econômico atual, com difíceis restrições orçamentárias, quem você chamaria? Pois a NYPL não pensou duas vezes, e chamou o pessoal do IMPROV EVERYWHERE.

A ação pensada pelo grupo envolvia a lembrança de outra marca bastante conhecida de New York, mas que vinha do mundo cinematográfico. No começo do primeiro filme dos Caça-Fantasmas (Ghostbusters), a NYPL aparece de forma grandiosa, onde os agentes capturam um fantasma meliante no grande salão de leitura da biblioteca. Não foi difícil desenvolver uma ação que fosse divertida, rápida e que não incomodasse os visitantes.

A história completa, com bastante fotos dos bastidores, pode ser lida (em inglês) no site do Improv Everywhere, clicando aqui. Abaixo algumas fotos da ação que, com certeza, agregou mais valores intangíveis à NYPL simplesmente resgatando a lembrança da presença da biblioteca em um filme de grande sucesso.

01 02 04 05 06 07 08 09  1110

Internet Clothing

Todo mundo gosta de se vestir bem, não é mesmo? Mas não é todo mundo que tem ânimo pra bater perna de loja em loja, experimentando diversos modelos de roupa, pra no final comprar um que nem sempre combina com o seu estilo ou com a sua forma de pensar. Eu sei que isso já cansou de acontecer comigo… Ainda bem que hoje a internet já evoluiu tanto que, até uma coisa tão pessoal quanto a camisa do dia-a-dia (ainda tem hífens?) pode ser encontrada à venda online. E o que é melhor: com tantas opções de lojas e estampas, é mais do que certo que você vai achar algo que lhe agrade.

Sinceramente, camisa básica é algo que eu não compro mais em loja física. Tenho minha loja online preferida, onde já sei a medida certa e sempre acabo babando – e alguma vezes comprando também – nos modelos novos que eles lançam quase todo mês. As vantagens de se comprar online são grandes, mas tem também o medo de saber se a loja é confiável ou não. Eu lembro que fiquei namorando por uns bons dois ou três meses a primeira camisa que comprei online, antes de fazer a compra. É só ficar atento se o site possui sistemas de segurança na hora do pagamento, e pegar referências sobre quem já comprou e o que achou da loja.

Outro ponto bacana também é que, muitas dessas lojas não vendem só camisas. Muitos dos seus designs são usados em outros produtos, como eco-bags, adesivos, almofadas, e por ai vai. Eu tenho uma pasta de favoritos no meu navegador, onde vou salvando qualquer loja de roupas online que encontro por ai. E para a sorte de vocês, hoje eu resolvi fazer um selecionado das mais legais que já apareceram na minha tela. Espero que vocês gostem! 🙂

P.S.: Não, o fato do meu aniversário estar quase chegando não teve nenhuma influência na produção deste post. Imagina, de forma alguma… Eu nunca faria algo assim. 😛

 

Camiseteria    @camiseteria

Hungry For GuitarPimenta Nos Olhos Dos Outros é RefrescoOnda PerfeitaThe BeetlesReach!Internet É VelocidadeI Have A Child's SoulMetrópoleUrsinhosReunião de IdéiasMoaiSurreal Moon

 

Samba Club 

   @sambaclub

Lavaland Irish PubWikipediaOrientalReykjavikScandinaveMinha Bicicleta Pelo PlanetaChocolateTwitter

 

Chico Rei   @chicorei

Fuck Lucky ShirtsTotal FlexMadonna d(o)a LuzGo Willy! WoodstockGentileza Gera GentilezaGod Save The GreenCigarra

 

Granma   @CiaGranma

 

 

RedBug   @redbugcamisetas

F1PulmãoBig Bang x DeusÁrvorePlaneta Terra 

 

   @Miink

Blues' N RootsClarissaPronto Para os 20Garota Loli

Mergulhar é Preci(o)so.

Eu e Daniel, 2003/Ilha Grande Eu lembro que era 2005, e eu tinha acabado de entrar na faculdade, quando meu irmão apareceu com a idéia de fazer um curso de mergulho. Eu já tinha mergulhado antes, em 2003 – o tal do “batismo”, que é quando você não tem certificação, e tem que mergulhar com um instrutor –, quando o pessoal do colégio fez uma viagem à Ilha Grande, com a professora de biologia. Só eu e o Daniel havíamos empolgado pra fazer um mergulho de cilindro, e acabou que na hora de descer, ele não conseguiu descompressar (quando você iguala as pressões interna do ouvido com a externa), e eu fui sozinho com o instrutor. Preciso falar que a experiência foi fantástica? 😀

Sendo mineiro, a primeira pergunta que me passou pela cabeça quando meu irmão me chamou, foi: “vamos ter que ir pra qual cidade fazer o curso?”. Se naquela época eu soubesse que Belo Horizonte se tornaria a segunda cidade brasileira que mais certifica mergulhadores credenciados, certamente saberia que não ia precisar ir pra lugar nenhum – poderia fazer todo o curso, teórico e prático, em uma das escolas de mergulho daqui mesmo. Só ia ter que fazer uma prova prática numa viagem de fim de semana ou feriadão prolongado. Mesmo com alguns medos – até hoje eu sinto arrepior na espinha só de pensar em ter que passar por debaixo de um barco, por exemplo –, fomos lá fazer a matrícula do curso básico. Uma semana depois, a prova teórica estava feita e a prática marcada pro feriado da Semana Santa, em Búzios – informações à confirmar. Fui procurar meu logbook com os dados do mergulho e descobri que não tenho idéia de onde eu o guardei da última vez. Sucks to be me, I guess…

Verdade seja dita: eu não passei na prova teórica. Tive que refazer depois da viagem e hoje tenho minha Meu irmão e eu, 2007/Guaraparicertificação internacional de mergulhador básico.  O que isso quer dizer na prática? Que eu posso mergulhar com minha dupla, sem a necessidade de nenhum instrutor, até uma profundidade de 18 metros, desde que exista luz natural (somente mergulhos diurnos) e em águas abertas (eu não posso entrar em cavernas ou dentro de naufrágios, por exemplo – mas posso contorná-los e apreciar por fora, como já fiz). Como todo mergulhador certificado, eu não devo e nem posso – e nem quero, na verdade – mergulhar sozinho. O mergulho de scuba é feito sempre em parcerias de, no mínimo, duplas. Ter um irmão que é ainda mais empolgado do que você com mergulhos ajuda muito, vai por mim. 😉

Durante o curso você aprende diversas coisas, tanto práticas quanto teóricas. Identificar e montar os equipamentos, planejamento de mergulho, descompressão, tabela descompressiva, flutuabilidade, física e fisiologia do mergulho, situações de resgate e emergência, e até um pouco sobre ecossistema e meio ambiente. Tudo isso e mais um pouco que você aprende sem nem perceber a quantidade de coisa que é. Mas nada se compara a estar na água e por tudo em prática. Ou quase tudo, porque tem umas coisas de emergência e resgate que você torce pra nunca precisar fazer, como dividir o cilindro de oxigênio porque o seu dupla esqueceu de olhar e controlar o gasto do dele.

A calma e o silêncio lá em baixo é coisa de outro mundo, porque o que você consegue ouvir e distinguir sem esforço é a sua respiração e as bolinhas de ar saindo do respiradouro. Faz você criar toda uma nova consciência sobre sí próprio – porque controlar o ritmo de respiração e sua posição de flutuabilidade é essencial no mergulho – e sobre o mundo que te cerca – porque qualquer mínimo movimento que você faça embaixo dágua, vai refletir em você e na sua posição de mergulho, ou no ambiente ao seu redor.

Eu, 2007/Gurapari Ainda não tive a sorte de cruzar com um grupo de baleias e ouvir os sons lá de baixo, mas já nadei com uma tartaruga marinha – e verdade seja dita novamente: se não fosse pelo meu irmão, eu nem teria visto. Claro, pra ter uma visibilidade bacana e um ecossistema rico de vida marinha, vai depender muito do local e da época que você for mergulhar. No primeiro mergulho, aquele lá em Ilha Grande, eu lembro que a visibilidade não era das melhores. A gente foi em Julho, acho que era época de chuva, e o mar tava muito revirado, com muita areia diminuindo o alcance da visão. No mergulho da prova prática foi mais tranquilo, apesar de também pegarmos um pouco de chuva. Em Guarapari, em 2007 – se eu não me engano –, a visibilidade tava bem legal, e a biodiversidade é uma das melhores da região Sudeste.

Mas não só de vida marinha vive um scuba diver. O mais legal do mergulho são as amizades que a gente faz durante uma viagem, ou até mesmo só estando em contato com o esporte. Não existe scuba diver que não seja apaixonado pelo mar, pelo mergulho, e por contar e ouvir experiências diversas sobre a vida lá embaixo. Isso ajuda bastante a manter um tópico de conversa e discussão, mesmo quando você não tem nada em comum com um outro mergulhador – o que é bem raro de acontecer.

Então, se você estiver procurando um lazer social, que vai te proporcionar não só um conhecimento aprofundado sobre você e o meio ambiente, mas também novos amigos e um estilo de vida mais centrado no que realmente importa na sua vida, o mergulho subaquático – ou Scuba Diving – é o que eu tenho pra te indicar hoje. 😉

P.S.: Após o jump, tem uma seleção de fotos que eu carinhosamente roubei do site da DiveLife, escola de mergulho daqui de BH que é sensacional. Não só pela seriedade e carinho com que os cursos são ministrados, mas pela amizade e respeito que o pessoal de lá tem com os Divers que viajam quase todos os meses, pra mergulhar pela costa brasileira. As fotos dão só um gostinho bem pequeno das maravilhas que a gente consegue ver enquanto mergulha, e eu espero que seja um incentivo à mais para que vocês possam pelo menos experimentar essa vida – seja fazendo um mergulho de “batismo”, ou um curso de mergulho básico igual o que eu fiz. Mas não garanto nada se, após a primeira experiência, você também se apaixonar pelo Scuba Diving. Só digo que, se for mergulhar, não esquece de me chamar, ok? 😉

Continuar lendo

Música pra mim, cover pra você!

2010 começou oficialmente. Mas como a gente bem sabe, nada no Brasil funciona de verdade antes do Carnaval. Junte isso ao fato de que estamos em ano de Eleições e Copa do Mundo de futebol… Mas não é pra falar sobre isso que é este post. É pra tentar fazer o ano começar bem, e quem sabe de rebarba, trazer um pouco de diversão tb. 🙂

Não sei se já falei isso por aqui, mas eu gosto bastante de música. Não vou falar que sou viciado, porque tem muita gente por ai que entende e sabe muito mais do que eu. Eu só gosto, aprecio, ouço. Às vezes guardo os nomes, às vezes vou procurar a letra. Não tenho a obrigação de saber todas as informações que existem, mas também não vejo a minha vida sem música. Definitivamente, é uma parte muito importante pra mim.

E se tem uma coisa que eu gosto na música, é a capacidade de você pegar uma composição já conhecida e fazer uma versão completamente nova em cima daquilo que já era um sucesso. Claro que nem sempre as repaginadas dão certo, mas se ninguém tentasse, não haveriam acertos por ai, não é mesmo? A seguir tem algumas dicas de pessoas que não só fizeram versões cover muito boas, como também possuem originais com qualidade de som e poesia, que valem a pena serem ouvidas! Quer dizer, pelo menos dois deles tem originais…

Com vocês: Julia Nunes, Pomplamoose, e aquele cara do Pagode Versions. 🙂