Robin Playlist 2016

Um dos exercícios mais legais que eu aprendi neste ano foi o de pensar músicas que possam refletir ou representar algum personagem. Juntando a minha constante paixão por criar playlists aleatórias com uma campanha de Dungeons & Dragons que vai chegar no seu segundo ano de aventuras, resolvi montar uma lista de músicas que ajudem a ilustrar o que o meu personagem pensa e sente.
Criei um arco com 10 músicas, que vai desde o início da história, mostrando como ele era e como tem se tornado. Nem tudo são flores na história deste ranger meio-elfo, mas todo caminho gera aprendizados…

 

1) Somewhere I Belong (Linkin Park)

“What do I have but negativity?
‘Cause I can’t justify the way everyone is looking at me.
(Nothing to lose)
Nothing to gain, hollow and alone
And the fault is my own”

Crescer em um vilarejo onde sua existência é vista como o amor entre duas raças diferentes nunca é fácil. Se você precisa esconder quem é sua família e nunca demonstrar carinho e afeto por eles, é ainda pior. Provavelmente seu pai o amava, mas os intensos treinamentos e a falta de um relacionamento mais próximo fizeram com que Robin enxergasse sua vida como um erro e se culpasse por ter nascido em uma família que não podia assumir quem ele realmente era.

2) Far Behind (Eddie Vedder)

“The world begins where the road ends
Watch me leave it all behind
Far behind”

Deixar tudo para trás. A segurança de um lar, o conforto de conhecidos e partir de peito aberto à tudo que possa aparecer em seu caminho. Estar livre para buscar o próprio destino.

3) Cool Kids (Echosmith)

“I wish that I could be like the cool kids”

Quando Robin resolveu abraçar a vida de aventureiro e seguir seus companheiros, tudo que ele queria era a glória de um dia fazer parte da canção de bardos, como um heróis que ele ouvia em lendas. A glória e o reconhecimento eram tudo que o meio-elfo buscava.

4) Bela Lugosi Is Dead (Chvurches)

“The bats have left the bell tower
The victims have been bled
Red velvet lines the black box
Bela Lugosi’s dead”

Entre o tormento que foi a caçado pela torre de Gulthias e o pesadelo que é a Baróvia e seu mestre, Conde Strahd, Robin aprendeu uma ou outra coisa sobre vampiros. A mais importante delas: não subestime o poder, a ganância e a loucura de alguém que deveria estar morto há milênios…

5) Little Talks (Of Monsters And Men)

“And some days I can’t even trust myself
It’s killing me to see you this way
‘Cause though the truth may vary
This ship will carry our bodies safe to shore”

Robin sabe que enquanto estiverem na Baróvia seus amigos não podem confiar nele 100%. Há situações em que nem mesmo ele sabe como pode reagir. Mas apesar disso, ele tem confiança na habilidade de seus companheiros e sabe que assim que estiver livre dessas terras amaldiçoadas,  tudo vai voltar ao normal. Ou será que não?

6) Black Hole Sun (Soundgarden)

“In disguises no one knows
Hides the face, lies the snake
[…]
Black hole sun
Won’t you come
And wash away the rain”

Robin ainda se lembra do que a mulher-raposa disse sobre sua linhagem, quando caçava seu pai. Ele teme que ela estivesse falando a verdade e que seu sangue carregue alguma antiga e poderosa maldição, forte o suficiente para fazer com que ele se vire contra seus amigos.

7) What Did I Do? / God as My Witness (Foo Fighters)

“I’m lost, deliver me
I crossed the river finally
God as my witness
Yeah it’s gonna heal my soul tonight”

Apesar de ter se criado em um templo de Lathander, Robin nunca foi uma pessoa de fé. Foi preciso a brutalidade da Baróvia e um povo desolado para fazê-lo ouvir a mensagem que o Deus da Manhã havia sussurrado por toda sua vida. De certa forma, Robin também credita sua fé nos momentos passados ao lado de Bramir. Sem a paixão fervorosa do anão, que salvou o grupo inúmeras vezes, o meio-elfo não teria aberto os olhos e o coração à Canção da Manhã.

8) Lithium (Nirvana)

“I’m so happy ‘cause today
I’ve found my friends”

Robin não vê mais o Abrigo de Olostin como sua casa. Sua família agora são seus companheiros de grupo. Seus amigos, seus irmãos em armas. Ele pode não ter achado seu destino ainda, mas sabe que está no caminho com as pessoas certas.

9) What I’ve Done (Linkin Park)

“Put to rest what you thought of me
While I clean this slate
With the hands of uncertainty
So let mercy come and wash away
What I’ve done”

Robin sabe que para que o Bem vença no final, é preciso sujar as mãos. Nem sempre fazer o coisa certa é fazer o que é certo. Você irá se arrepender de atos e pessoas dirão que você está errado. Mas, se no fim, ele trouxer paz e justiça para as pessoas, os fins terão justificado os meios.

10) Tonight, Tonight (Smashing Pumpkins)

“Time is never time at all
You can never ever leave without leaving a piece of youth
And our lives are forever changed
We will never be the same
The more you change the less you feel”

Nenhum de nós é o mesmo de quando começamos essa jornada. Viajamos pelo mundo e conhecemos diferentes planos de existência. Derrotamos criaturas poderosas e salvamos cidades e reinos inteiros. Nós aprendemos e erramos, com nossos inimigos e com nós mesmos.

10 filmes que marcaram a minha vida

Quando a Juliana me taggeou em um post no Facebook com a lista dos 10 filmes que mais marcaram a vida dela, achei que seria fácil montar o meu próprio “top 10”. Quanta ingenuidade! Tive que revirar os inúmeros DVDs que tenho em casa, passar por todos os arquivos digitais do HD externo e no final, me contentar com uma lista de só 10 escolhidos?! Tentei evitar filmes mais novos, por serem (obviamente) muito recentes e não possuírem um afastamento temporal para saber se realmente me marcaram ou se só achei muito legal mesmo. Então vamos à lista!

The Goonies (1985)

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Mikey, Bocão, Gordo, Data, Brand e, claro, o querido Sloth! Quem passou a infância dos anos 80-90, com certeza viu esse clássico nas telas da Sessão da Tarde. Escrito por Steven Spielberg e Chris Columbus (sim, o mesmo dos três primeiros Harry Potter), é impossível não se emocionar ao lembrar da aventura que os sete amigos passam a procura de um tesouro pirata, para evitar que suas casas sejam vendidas por causa da hipoteca vencida. Falas como “Andy, you goonie!”, “jerk alert!” ou “goonies never say die!” (e suas respectivas traduções) me acompanham até hoje e a cena em que o Bocão traduz para o espanhol o tour pela casa para a nova empregada Rosalita é puro anos 80!

Free Willy (1993)

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Eu sei, a famosa cena final (spoiler alert!) em que Willy, a orca protagonista do filme, pula sobre o garoto Jesse, em busca de sua liberdade, é simplesmente impossível de ser realizada na vida real. Mas isso não tira a magia da história do menino órfão que faz amizade com um baleia assassina golfinho que também perdeu sua família. Lembro que Free Willy foi um dos primeiros (se não o primeiro) filme que me mostrou, ainda muito novinho, que animais possuem sentimentos, assim como os seres humanos. De lá pra cá, minha paixão e fascínio pelas orcas só aumentou.

Em um “side note” muito importante, aconselho que assistam ao documentário Blackfish (2013), que mostra a realidade cruel em que as orcas são tratadas em parques marinhos e as mentiras contadas ao público para manter a atração interessante.

The Mighty Ducks (1992)

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“Quack! Quack! Quack! Quack!” Se você nunca grasnou para o seu diretor, desculpa mas não podemos ser amigos! Eu não sei nem por onde começar a explicar a paixão que eu tenho pela trilogia dos Mighty Ducks (1992, 1994 e 1996)! A “Oreo line”, o “Flying-V”, os “bash brothers”… Ducks é um daqueles filmes que até hoje rolo de rir assistindo e abro um sorriso ao lembrar de alguma referência. É justo dizer que durante a trilogia a história meio que se repete, mas acompanhar aqueles molequinhos se tornarem grandes jogadores de hockey é o tipo de coisa que só os filmes dos anos 80 e 90 conseguiam fazer. As lições do Coach Bombay (Emilio Estevez) e a atitude de capitão do pequeno Charlie Conway (Joshua Jackson) foram uma excelente influência quando eu tinha meus 5-7 anos e são dignas de atenção até hoje! Afinal, não importa o tipo de merda que a vida jogue para separar seus amigos, “Ducks fly together!”

Romeo + Juliet (1996)

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Eu lembro de ser muito novinho quando assisti pela primeira vez a versão do Baz Luhrmann para o clássico de William Shakespeare. Talvez tenha sido a roupagem moderna que o diretor utilizou, transferindo a história do famoso casal para os dias modernos, numa espécie de presente distópico. Ou talvez tenha sido a atuação magistral do Leonardo DiCaprio – quem assistiu a esse filme na época já sabia a capacidade e talento do jovem, antes mesmo de Titanic (1997). Fato é que eu lembro de ter ficado fascinado pelo filme e muitos anos depois peguei para assistir novamente. Te juro que não faço ideia de como eu consegui entender qualquer coisa desse filme na época! O roteiro segue muito das falas originais, com o inglês rebuscado de Shakespeare e só quando passei para a versão dublada que fui entender os diálogos. Mas foi essa versão de Romeo + Juliet que me fez apaixonar pela ideia de “amor à primeira vista” e pela divertida noção de pegar clássicos e dar uma roupagem moderna, sem destruir a obra original.

Jurassic Park (1993)

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Por muitas noites, aquela cena inicial de Jurassic Park, em que o novo velociraptor é entregue ao parque, foi o ápice das cenas de suspense pra mim. Não tinha Boneco Assassino ou Pinhead que pudesse competir! Ao mesmo tempo, a ideia de trazer animais de volta à vida através de um material genético “congelado” no tempo era tentadora demais para minha jovem curiosidade científica. Todo aquele papo de DNA retirada de um inseto preso em âmbar, misturado com rãs africanas alimentou por anos meu interesse por biologia. Ajuda muito que os efeitos especiais da época ainda se mantenham bastante convincentes, levantando diversas teorias que o Spielberg deve ter vendido a alma para conseguir um resultado tão realista. Quer dizer, se você desconsiderar as descobertas recentes sobre dinossauros com penas e tudo o mais…

Independence Day (1996)

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Se Jurassic Park foi o culpado pelo meu interesse em biologia, foi Independence Day que me fez olhar pro céu a noite e pensar nem fodendo que nós estamos sozinhos!”. Eu lembro de sair do cinema, ver as luzes da cidade ao longe (na época eu morava numa cidadezinha do Triângulo Mineiro e a diversão era ir ao shopping em Uberlândia) e ficar imaginando se aquela iluminação eram os alienígenas chegando. Por muitas e muitas noites, a simples ideia de fechar os olhos e acordar com um alien a dois centímetros do meu rosto me manteve acordado. Por outro lado, até hoje olho pro céu e fico imaginando qual estrela possui algum tipo de civilização ou vida inteligente a procura de semelhantes pelo espaço.

Sem falar que eles explodiram a Casa Branca e o Empire States Building! NAONDE que no mundo de hoje, pós 11 de Setembro, Hollywood vai ter culhões pra fazer qualquer coisa semelhante novamente? Eu te respondo: é NUNCA!

Almost Famous (2000)

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Penny Lane, Cameron Crowe, Stillwater… e a Kate Hudson mais sensual e linda de todos os tempos! Pronto, se só isso não bastasse para Almost Famous ser um dos filmes mais divertidos de todos os tempos, adicione o efeito de “garoto acompanha banda de rock na década mais louca da música, faturando a mulher mais maravilhosa que você já viu na sua vida” e aquela (imensa) invejinha que todos nós sentimos do jovem William Miller ao correr atrás do seu sonho de ser jornalista musical. Todas as palavras e elogios que eu puder escrever sobre esse filme não vão se comparar à magia da cena com a música “Tiny Dancer” (interpretada magistralmente por Dave Grohl, anos mais tarde). “You are home”.

Lembrem-se, crianças: “Groupies sleep with rock star because they wanna be near someone famous… We’re here because of the music, we are band-aids!”

The Girl Next Door (2004)

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Por onde eu começo a falar das camadas que esse filme possui? Você vai assistir achando que é só mais uma comédia romântica bobinha, com final previsível… Dai acha que vai acabar vendo uns peitinhos aqui e ali… No final, o filme joga no seu colo tanta mensagem de auto-confiança, que você nem sabe o que aconteceu. Ajuda que a Elisha Cuthbert tá uma graça e que o Emile Hirsch vai ser pra sempre o amigo que você gostaria de ter? Ajuda, mas não é disso que eu tô falando! Seja no discurso sobre fibra moral, de achar aquela coisa (ou pessoa) que você realmente acredita na vida e correr atrás dela, independente de pré julgamentos, ou na divertida (porém clichê) história de amor entre os protagonistas, The Girl Next Door entra fácil na lista de filmes que mais me marcaram na vida, senão por tudo isso que já falei, pela simples mensagem de saber se, no final de tudo, “is the juice worth the squeeze?”.

Into the Wild (2007)

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Eu não tava brincando quando falei que o Emile Hirsch é o amigo que você quer ter pro resto da vida. Quer dizer, pelo menos baseado nas escolhas de filmes que ele faz, com mensagens interessantes pra se divagar, dá pra se interessar um pouco pela amizade de alguém assim. Into the Wild é provavelmente o único filme desta lista (talvez o próximo também) que não precisa de introdução ou explicações do porquê é tão marcante! Numa sociedade atual, que nos adestra a viver um certo tipo de vida, a sonhar e ansiar por certos padrões culturais e existenciais, saber que a história desse filme foi baseada em uma pessoa de verdade é um verdadeiro ar fresco para quem se sente sufocado pelo que vê ao redor. Precisa dizer da trilha sonora simplesmente animal, feita pelo Eddie Vedder? Não precisa, mas soma mil pontos.

Ferris Bueller’s Day Off (1986)

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Desculpa se você achou que eu ia terminar essa lista sem o maior clássico de todos os tempos. Sem o filme que formou o caráter de uma geração, que nos ensinou que “Life moves pretty fast. If you don’t stop and look around once in a while, you could miss it”, que nos ensinou a cantar e dançar “Twist and Shout” no meio de uma parada sem se preocupar em quem possa te ver ou julgar. “Ferris Bueller is a righteous dude”, seja você um nerd, um esportista, uma vadia, um maconheiro, um revoltado… Todos nós o adoramos e queremos ser seu melhor amigo! Mesmo que isso custe a preciosa Ferrari ’61 do seu pai, você sabe que no final, tudo que o Ferris quer é te dar aquele empurrão para que você possa ser alguém melhor e curtir a vida adoidado. Afinal de contas, “not that I condone fascism, or any -ism for that matter. -Ism’s in my opinion are not good. A person should not believe in an -ism, he should believe in himself.”

#ihRodei pelo Atacama

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(vem comigo nessa viagem!)

O amigo Thiago Khoury me convidou pra falar sobre os tours que eu fiz com duas amigas (Juliana e Nataly) no começo de ano, lá no Atacama! A série vai ter quatro posts e o primeiro já está no ar, com minhas impressões sobre os Monjes de la Pacana” e o belíssimo “Salar de Tara. Confira o comecinho ai embaixo e acompanhe o  Rodei para ler as excelentes dicas de viagens do Thiago!

“E se a gente passasse o Reveillon no deserto?”

Foi mais ou menos assim que começou a história do fim de ano mais inusitado e divertido da minha vida. Já tínhamos combinado de passar a virada de 2013 para 2014 juntos, mas apesar do plano original envolver Londres, em junho já estávamos com as passagens compradas para Santiago e San Pedro de Atacama.

Resolvemos fechar todos os tours no primeiro dia e, apesar de procurarmos ferrenhamente a loja da Grado 10, como o Thiago indicou aqui, acabamos fechando tudo com a Turistour. Os caras são bacanas – quem fechou com a gente foi uma moça super simpática – e todo o processo de entender quais os tours disponíveis, encaixar os melhores horários e dias, agendar e pagar não demorou mais do que 40 minutos.

Resolvemos colocar um tour mais comprido no primeiro dia, dois tours no segundo dia, descansar no terceiro dia e fechar a tarde do terceiro dia com um último tour.

(Nataly, eum Juliana e os dois dos vulcões mais famosos do mundo: Licancabur e Hulriques)

(Nataly, eu, Juliana e os vulcões Licancabur e Hulriques)

Começamos no dia seguinte ao que chegamos em San Pedro indo aos Monjes de la Pacana e Salar de Tara. O pessoal da Turistour nos pegou no hotel por volta das 8:00 e partimos de van em direção à cordilheira andina. Confesso que não tinha sentido a presença do deserto até então, mas quando a van parou para observarmos os vulcões Licancabur e Hulriques, e depois durante o lanche no mirante Quepiaco, a realidade bateu e fiquei embasbacado com tanta beleza!

Continue lendo sobre minha viagem ao Atacama no Rodei.

Matemática dos Anos

De acordo com a matemática que desenvolvi em meus anos de vida, ano ímpar é ano bom e ano par é ano bosta. Salve algumas excessões (2006 foi ano bom, 2010 foi balanceado), essa regra vem se mostrando bastante eficaz.

Agora que já estamos em Novembro e o 2011 já está dando bye, bye tristeza não precisa voltar, fica aquela dúvida de como será 2012. Por sorte, tenho uma viagem marcado pra Julho e, de acordo com alguns calendários por aí, em Dezembro teremos alguma coisa diferente rolando no ar… No mínimo, 2012 terá que ser um ano balanceado. O universo só não pode errar a dose de merdas.

Confesso que o clima de fim do ano é o que eu mais gosto. Tem aquela vibe de renovações, de novos começos, de promessas que a gente nunca vai cumprir… E aí, o que você está planejando para o ano que vem?

La Langue Française, pour Cedric Villain

É, não tem jeito. Mesmo sendo falado por um homem, o francês ainda tem uma magia de sensualidade, amor e mistério que me deixa completamente apaixonado. Salve-se quem puder! É a invasão francesa chegando…

As Luzes do Norte

A aurora boreal é um dos fenômenos mais lindos que temos nesse planeta, e uma das razões por eu lamentar profundamente em ter nascido em um país tropical abençoado por Deus e bonito por natureza, mas que beleza, em Fevereiro tem Carnaval. Com sorte, um dia eu consigo por em prática o plano de me mudar pro Canadá e – com mais sorte – eu consigo ver uma dessas ao vivo e a – muitas – cores. Alegre

The Aurora from Terje Sorgjerd on Vimeo.

#2003sentimientos

Não estou. Fui pra 2003, curtir umas lembranças musicais. Pegue seu dicionário de espanhol, e chega junto.