“Yeah Branding, bitch!” Logos fictícios de séries de TV

Francis Underwood

Uma coisa que sempre me chama a atenção em séries de TV, filmes ou qualquer obra que conta uma história, é a capacidade que aquele universo tem de se expandir e apresentar novos elementos a partir dos primeiros que já foram estabelecidos. Sim, eu sou uma vadia dos universos expandidos! Muito dessa capacidade se dá no nível de detalhes que os criadores colocam em mostrar ao público detalhes irrelevantes, mas que fazem aqueles personagens serem mais críveis e reais.

O artista uruguaio Pablo Cánepa pode não ter trabalhado em nenhuma destas séries, mas ele criou várias logos dos negócios de diversos personagens das séries mais famosas da atualidade. Dentre os meus preferidos estão a campanha para presidente do Francis Underwood (House of Cards), o escritório de arquitetura do Ted Mosby (How I Met Your Mother) e a clínica médica do Gregory House (House). Na página do projeto no Behance, tem ainda logos para Walter White e Jesse Pinkeman (Breaking Bad), Ross Geller e Joey Tribbiani (Friends), e muitos outros. Vale a pena o clique!

Gregory House

Ted Mosby

Walter White

Power Ranger da 1ª geração, por Fernando Peniche

PR by Fernanco Peniche 00

Quem cresceu – ou sequer viveu – nos anos 90, sabe da importância dos Power Rangers na formação das crianças e pré-adolescentes daquela época. Eu não sou exceção à regra! Lembro muito bem de passar o horário do almoço inteiro grudado na telinha, assistindo às aventuras dos protetores da Alameda dos Anjos, seja contra Rita Repulsa, Lord Zed ou qualquer outro vilão da vez.

Apesar de ter acompanhado até a saga “No Espaço” e a considerar uma das melhores (ao lado da Turbo), não posso negar a carga emocional e a diversão que foram as primeiras temporadas, com Tommy, Jason/Rocky, Billy, Zack/Adam, Trini/Aisha, Kimberly/Katherine e até do alívio cômico Bulk e Skull. Foram essas três primeiras temporadas que nos apresentaram ao Zordon, ao Alpha 5 – e seu inconfundível “Ai, ai, ai, ai, ai, Rangers!”.

(melhor música de abertura de toda a série!)

E parece que eu não sou o único a lembrar dessa época com carinho e saudosismo. O artista mexicano Fernando Peniche redesenhou os primeiros Rangers com um traço mais moderno, adulto e – porque não? – badass. Coloquei todos abaixo (clique em “Continuar lendo“), mas vale a pena dar uma olhada no devianART do cara. Tem muita coisa bacana! Na página do projeto no Behance (postado em Outubro 2013), ele diz que iria fazer também as versões dos Zords e Megazords, porém nada ainda foi postado. Bora lá elogiar e pedir pra ele continuar a série?

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O drama adolescente de Finding Carter

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Como você se sentiria ao descobrir, em plena adolescência, que a mulher que te criou sozinha e que você ama, não é a sua mãe verdadeira? Pior, que você não é fruto de uma adoção, mas foi uma criança raptada aos 3 anos de idade?

Essa é a história contada na série Finding Carter, que estreou no começo de Julho, na MTV americana. Como você pode imaginar, pelo canal em que passa, a história tem uma pegada de drama adolescente, com os personagens experimentando amores, drogas e demais possibilidades que aparecem em suas vidas. Mas isso não quer dizer que a qualidade seja ruim, muito pelo contrário!

A série explora muito a inconsistência na vida de Carter, vivida pela atriz Kathryn Prescott (ex-Skins), hora lutando para não acreditar que a mulher que a criou tão bem seja essa pessoa horrível que todos dizem, hora tentando apreciar sua nova casa, o lar de onde foi roubada. Para piorar a situação, a sua mãe biológica (interpretada por Cynthia Watros, ex-Lost) é policial e caça incansavelmente a “outra mãe” de Carter, que agora é uma fugitiva da polícia. Uma situação que gera diversas discussões e um clima nada agradável entre mãe e filha. Você sabe, como qualquer família comum. Quer mais drama no seu café? Então toma um casamento em ruinas, que ainda sofre com o desaparecimento da filha e, mesmo com o seu retorno, não parece conseguir voltar a ter uma boa sintonia!

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Pilotando os robôs gigantes de Knights of Sidonia

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Robôs gigantes enfrentando ameaças alienígenas. Seja controlados por humanos ou personificando criaturas inteligentes, a premissa é sim batida. Mesmo que você não acompanhe o universo dos mangás e animes japoneses, Hollywood já adaptou – utilizando sua fórmula de sucesso – histórias desse tipo. Pacific Rim, Transformers e diversos outros vem à mente. Mas Knights of Sidonia bebe de outra referência, que assumidamente também influenciou os robôs gigantes de Guillermo del Toro: Evangelion.

É impossível não traçar paralelos e comparações entre as duas histórias: robôs gigantes pilotados por adolescentes, treinados por uma organização militar cheia de segredos, para enfrentar monstros que vem dos céus sem aviso prévio. Claro que resumir qualquer uma das duas séries à essas simples frases é fazer pouco caso da rica complexidade psicológica e interações sociais dos personagens de Evangelion ou da trama cheia de conspirações e amarradinha de Knights of Sidonia.

Terminei recentemente a primeira temporada, que está disponível no Netflix e só consegui pensar em como ambos os animes são parecidos – tanto em elementos do roteiro quanto na qualidade do produto final. Não é porque Knights of Sidonia se assemelha à Evangelion que você deve encará-la com desdém ou fazer pouco caso. Knights se sustenta e entrega 12 episódios de muita ação e uma história que vai te deixar intrigado pelo próximo acontecimento.

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Navegando nas águas piratas de Black Sails

(texto originalmente escrito para o SerieTerapia)

Içar velas! Preparar canhões! Velocidade de 15 nós a bombordo!

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Passando na era de ouro da pirataria do século XVIII, a série com produção de Michael Bay estreou no começo do ano e acompanha a busca do pirata James Flint, capitão do navio Walrus, pela Urca de Lima, um galeão recheado de ouro e jóias do império espanhol. Pense em Piratas do Caribe, sem a produção da Disney (e, consequentemente, seus alívios cômicos), mas com qualidade de roteiro e produção dignas da HBO.

Intercalando a vida dos piratas em alto mar com a (tentativa) de organização e comércio no porto de Nassau, Black Sails segue um plot determinado, com poucos desvios de roteiro ou encheção de linguiça. Contando com somente oito episódios (cerca de 50 minutos cada) na temporada de lançamento, desviar para tramas secundárias não é um luxo que a série se permite muito. Existem histórias paralelas à busca da Urca de Lima, claro. Mas elas trabalham em prol ou da evolução dos personagens ou da trama principal – o que, ao meu ver, acontecem de forma fluida e crível dentro da série.

Sem dar spoilers ou entregar muito do que acontece, nos capítulos finais da temporada eu me senti assistindo à episódios de Game of Thrones – não tanto pelas mortes, que também acontecem em Black Sails, mas pelos plot twists e reviravoltas que os personagens sofrem. Algo que você deveria estar ciente e preparado, já que a série é sobre PIRATAS!

Ficou interessado? Veja o trailer abaixo e continue lendo o texto aqui.

Farewell My Little Vikings!

Eu sei, este blog está entregue às moscas, bla bla bla, yadda, yadda, yadda, whiskas sachê… Culpem a sociedade e a necessidade de se manter um emprego! 😛

The-Adventures-of-Pete-Pete-old-school-nickelodeon-7187788-492-432Mas hoje eu descobri algo que me fez parar tudo que estava fazendo, e vir postar. Encontrei o tumblr do FUCK YEAH! ADVENTURES OF PETE & PETE. Eu não vou tentar explicar para vocês o quanto esse seriado marcou minha infância, e me faz ter saudades de 1997 até hoje porque sempre que eu cito alguma piada, ou tento procurar gente que assistia, bato com a cara na parede. Eu já estava começando a imaginar que o seriado tinha existido só na minha cabeça! Mas como eu não tenho uma placa de metal no cérebro, não sou um super herói, muito menos tenho uma tatuagem que dança, discartei a idéia.

Por fim, se você sabe do que eu estou falando, divirta-se relembrando. Farewell my little vikings!

  Artie Pete Slushie Artie Petunia Pete

Poker Face, featuring Eric Cartman

Lady GaGa-The Fame [Front] Te contar que eu tenho um extremo pé atrás quando se trata de qualquer hype explodido por ai. Principalmente quando se trata de música, eu costumo procurar pra escutar a coisa de boa vontade com muito tempo de atraso. Foi assim com a Lady Gaga, porque só no fim do ano passado que eu me prestei a baixar o The Fame, e agora meu dou o braço a torcer: é realmente muito bom, empolgante, e o tipo de música que você quer ouvir no meio de uma festa/boate, pra dar aquele up na galera.

Mas o melhor da Lady Gaga, não é a Lady Gaga. Eu vou te falar que o melhor da Lady Gaga é o Eric Cartman – sim, o gordinho de South Park – cantando Poker Face. Não sabe do que eu tô falando? Confere ai então e me diz se não é a melhor interpretação de toda a história da música pop internacional! 😉