The Grand Rapids LipDub Video – Um City Branding de cair o queixo

So bye-bye, miss american pie.
Drove my chevy to the levee,
But the levee was dry.
And them good old boys were drinkin’ whiskey and rye
Singin’, "this’ll be the day that I die.
"this’ll be the day that I die."

Foi com esse refrão que os moradores de Grand Rapids (Michigan – USA) resolveram rebater o artigo publicado na revista Newsweek, que apontava a cidade como uma cidade que está morrendo. “We disagreed strongly, and wanted to create a video that encompasses the passion and energy we all feel is growing exponentially, in this great city. We felt Don McLean’s "American Pie," a song about death, was in the end, triumphant and filled to the brim with life and hope.” – são as palavras do diretor e produtor executivo, Rob Bliss.

Aposto que o máximo que a sua cidade já fez foi desfile de fanfarra no 7 de Setembro, né?!

(para os não fluentes em inglês: “Nós discordamos fortemente e queríamos criar um vídeo que englobasse a paixão e energia que todos nós sentimos a cada dia, nesta cidade. Nós sentimos que “American Pie”, do Don McLean, uma música sobre morte era, no final, triunfante e recheada até a ponta de vida e esperança.”)

Mais de 5.000 (cinco mil) moradores se juntaram no dia 22 de maio, no centro da cidade e filmaram este incrível plano sequência. A produção, que custou US$ 40.000 (quarenta mil dólares), financiado por empresas e grupos locais, já bateu o record mundial de plano sequência, pela grandiosidade e planejamento.

Parafraseando o que a Carol Gomes (designer e sócia da 2DA Branding & Design), o vídeo se trata de um autêntico City Branding, pois os próprios moradores se uniram, através de um sentimento de protesto, para fortalecer a marca e imagem da cidade.

Quem quiser se manter atualizado sobre o “The Grand Rapids LipDub Video”, pode curtir a página deles no Facebook: https://www.facebook.com/GRLipDub

Coddart – Arte e Tecnologia Caminhando Juntas

Em outubro do ano passado, fui na palestra do Quinta Digital sobre Branding Experience, com o Alberto Colares. Com a esperança de aumentar meus conhecimentos sobre como gerar mais interação e imersão dos consumidores com a marca, me surpreendi ao ver os projetos apresentados pelo palestrante. Um dos vídeos mostrava o evento de lançamento do Novo UNO, com uma estrutura enorme e integrada para reagir em tempo real às músicas e performances dos artistas no palco. Parecia coisa do futuro, mas aconteceu no ano passado, e dá orgulho de saber que a empresa responsável por essa integração é mineira. Conheçam a Coddart – Digital by Design.

A Coddart pode ser apresentada como um estúdio voltado para design de experiência, com presenças fundamentais da tecnologia e da arte. Mas é claro que só isso não é suficiente. Nas palavras dos próprios: “Como estúdio voltado para o design de novas mídias e interatividade, traduzimos conceitos em realidade, branding em experience, mensagem em espetáculos, conteúdos complexos em diversão”.

Usando de três modelos iniciais de interação – Responsivo, Inteligentes e Imersivos –, divididos pelo grau de envolvimento do público, não é difícil imaginar que qualquer lugar ou superfície tem um potencial enorme para virar alvo dos projetos da Coddart. Além do lançamento do Novo UNO, selecionei mais alguns vídeos de ações produzidas pela Coddart: uma rotatória projetada, com sistema de rastreamento dos carros, e o lançamento do Museu das Minas e Metais, parte do Circuito Cultural da Praça da Liberdade, aqui em BH.

Aconselho que visitem o site da Coddart e assistam ao vídeo de lançamento da Century Tower, novo prédio da Canopus, no bairro Belvedere, também aqui em BH. Eles aproveitaram que era fim de ano e reinventaram o conceito de “luzinhas de Natal”. Achei muito fantástico! Lembro de ter passado rapidamente na frente, e ter ficar maravilhado com a quantidade de luzes e cores, em tamanha sincronia.

A Coddart também marca presença no Facebook e Twitter, além de páginas no YouTube e no Vimeo, pra quem tiver interesse em ficar ligado em novos projetos no mundo inteiro, envolvendo design, tecnologia, arte e, principalmente, muita interação.

O Vinho dos Sete Pecados

sietepecadosO estúdio espanhol de design, Sidecar, lançou uma série de vinhos inspirada nos sete pecados capitais do cristianismo. O design das garrafas da coleção “Siete Pecados” foi pensado para refletir visualmente a essência de cada uma das falhas da humanidade.

De acordo com o comentário deixado por um dos designers da Sidecar, o projeto estava em desenvolvimento desde 2006, quando os vinhos começaram a ser produzidos, e devem chegar às lojas – européias, imagino eu – em Março.

Será que os próprios vinhos também refletem o “gosto” de cada pecado? Se for o caso, muito me interessa experimentar o da Luxúria…

 

Vaidade Inveja ira Preguiça Avareza Gula Luxúria

Quando as Marcas Apostarem no #3words

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No último mês, o hype de uma semana que tomou conta do twitter foi um site em que você descreve uma pessoa usando somente três palavras: o ThreeWords.me. Como tudo nessa internet pós-moderna, vale ofender e vale elogiar, contanto que você me descreva em três palavras-oh-meu-deus-eu-vou-morrer-se-você-não-fizer-isso. Através de um login que integra o bola da vez Facebook, em poucos segundos você já tem sua página operacional e pronta para receber palavras de seus amigos e desconhecidos-conhecidos.

O que me chamou a atenção foi que, assim como o Formspring foi utilizado por algumas empresas como forma de SAC Online, o Three Words tem também um belo potencial de utilização de branding. Uma das coisas que cansamos de debater no curso de #gmic4, foi a importância de monitorar a temperatura de sua marca, e perceber quais associações seus stakeholders fazem dela. Se você já possui uma marca engajada nas redes sociais, buscar esse feedback em três palavras é maria-moleza! Se a sua marca ainda engatinha na web 2.0, talvez seja interessante desenvolver uma ação que promova essa interação.

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Agora, eu não estou dizendo que está é a solução pra todos os seus problemas de descobrir como sua marca é vista na web. Assim como muitas coisas vistas por ai, o Three Words não passa de uma ferramenta, que pode ser utilizada para complementar informações. Há sempre a possibilidade de sabotagem via concorrente, ou a indubitável presença de haters gonna to hate… Porém, se a sua intenção é trabalhar a interação da marca nas redes sociais, já passou da hora de saber que em um diálogo, vocês está exposto tanto ao elogio quanto à crítica. Se veio pra chuva, é muito provável que você vá se molhar.

Você consegue detectar mais algumas vantagens ou desvantagens de utilizar essa ferramenta na monitoração de sua marca?

Let’s Share Some Life…

 

Não, sério. Parei de brincar. Não dá pra segurar as lágrimas com as ações que o Improv Everywhere realizam pra bandeira “Life’s For Sharing”, da T-Mobile do Reino Unido. #ExageroEmocional

 

 

Não é de hoje que eu sou fã das ações da Improv Everywhere. São idéias simples, de uma execução relativamente fácil, mas que são divertidas, geram um buzz extraordinário, e agregam um valor emocional absurdo pra marca. Claro, os méritos vão muito mais pra T-Mobile e sua estratégia. Mas essa é uma discussão que deixo pros comentários. Por hora, aproveitem os vídeos e go share some life. Smiley piscando

Brand Place – Paris vs New York

Branding, de acordo com alguns autores, é o gerenciamento da forma que a sua marca é consumida por seus diversos stakeholders. Consumo esse que pode se dar desde a forma mais básica (no ato da compra) à uma mais ampla e complexa (quais relações e sentimentos a sua marca desperta na mente do seu consumidor). Entenda stakeholders também não só como o consumidor final, que de fato paga pelo produto/serviço. Lembre-se dos funcionários, da mídia, enfim, das diversas outras formas que sua marca interage, é consumida e percebida.

Place branding/Brand Place seria então algo relacionado à como uma região/cidade/estado/país/nação é percebida pelos seus visitantes e moradores, correto?

Bem, se vocês estão comigo, então vão gostar da proposta do blog “Paris Versus New York – a tally of two cities”: o designer – ah, sempre os designers! – Vahram Muratyan desenvolveu diversos postais que botam em cheque as diversas diferenças entre as duas das cidades mais características e encatadoras do mundo, Paris e New York. E, se o que dizem for verdade, é vendo essas diferenças lado a lado que notamos como essas duas jóias da humanidade possuem mais igualdades do que imaginávamos. São, de fato, qualidades que percebemos e nos ajudam a desenvolver o place branding de cada uma delas. Divirtam-se. Alegre

12surnom 01coffee04metro 17creature10bread 16macaron06green 14facades

(post claramente chupado kibado do Fake-Doll, e dedicado ao Rodei Smiley piscando)

Projeto: LifeBrands

Comecei um novo projeto de fotos. A idéia é fazer um set com todas as marcas que eu uso, em diferente horários do meu dia. Não é nada glamuroso, nem ambicioso. É pura diversão, porque eu tenho curiosidade em saber quais são as outras pessoas que consomem as mesmas marcas que eu, e se meus amigos também usam aqueles produtos ou não.

É pra ser também um exercício de fotografia, pra brincar com ângulos e enquadramentos. Mas vocês podem ver que eu já comecei mal nessa parte. 😛

Morning Beauty Breakfast

Ainda não decidi aonde eu quero chegar com esse projeto e, obviamente, eu ainda tenho que melhorar os olhares das fotografias. Mas pra um primeiro estudo, até que tá bom. Ficam ai apresentadas então as marcas que eu uso de manhã cedo, após o banho, e no café da manhã. E você, quais marcas que você consome sem nem perceber, mas que quando descobre que acabou, faz aquele bico azedo?