Quando as Marcas Apostarem no #3words

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No último mês, o hype de uma semana que tomou conta do twitter foi um site em que você descreve uma pessoa usando somente três palavras: o ThreeWords.me. Como tudo nessa internet pós-moderna, vale ofender e vale elogiar, contanto que você me descreva em três palavras-oh-meu-deus-eu-vou-morrer-se-você-não-fizer-isso. Através de um login que integra o bola da vez Facebook, em poucos segundos você já tem sua página operacional e pronta para receber palavras de seus amigos e desconhecidos-conhecidos.

O que me chamou a atenção foi que, assim como o Formspring foi utilizado por algumas empresas como forma de SAC Online, o Three Words tem também um belo potencial de utilização de branding. Uma das coisas que cansamos de debater no curso de #gmic4, foi a importância de monitorar a temperatura de sua marca, e perceber quais associações seus stakeholders fazem dela. Se você já possui uma marca engajada nas redes sociais, buscar esse feedback em três palavras é maria-moleza! Se a sua marca ainda engatinha na web 2.0, talvez seja interessante desenvolver uma ação que promova essa interação.

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Agora, eu não estou dizendo que está é a solução pra todos os seus problemas de descobrir como sua marca é vista na web. Assim como muitas coisas vistas por ai, o Three Words não passa de uma ferramenta, que pode ser utilizada para complementar informações. Há sempre a possibilidade de sabotagem via concorrente, ou a indubitável presença de haters gonna to hate… Porém, se a sua intenção é trabalhar a interação da marca nas redes sociais, já passou da hora de saber que em um diálogo, vocês está exposto tanto ao elogio quanto à crítica. Se veio pra chuva, é muito provável que você vá se molhar.

Você consegue detectar mais algumas vantagens ou desvantagens de utilizar essa ferramenta na monitoração de sua marca?

Blog Day 2010

Blog Day

#mimimi, blá blá blá, whyskas sachê, Blog Day. Quer saber mais? Acessa aqui: http://www.blogday.org

1)  CHMKT – O blog do mineiro Carlos Henrique já virou ponto de parada obrigatório pra qualquer publicitário que se preze hoje em dia. Com foco em Planejamento – mas contendo pouquíssimos gráficos e algumas apresentações esporádicas de ppt – o CHMKT já tem uma penca de colaboradores, todos profissionais altamente qualificados e reconhecidos no mercado nacional. É o tipo de leitura que você tem que acompanhar se quer, assim como eu, subir os degraus do planejamento.

2) Mundo das Marcas – Como bom gestor de marcas to-be, que um dia serei – oh Dezembro que não chega NUNCA! – não poderia indicar uma leitura que trata dessas especiarias tão comuns no nosso dia a dia. As informações, apesar de serem bem completas, trata mais do histórico das empresas, tanto é que alguns colegas de pós acharam o site um pouco superficial. Eu achei que faltava falar mais das estratégias adotadas, não só para mudança da logo, e aprofundar na parte de branding mesmo, falando das experiências que a marca propõe e produz.My Milky Toof

3) My Milky Toof – Não tem como explicar. Você tem que ir lá e acompanhar a historinha desses dois dentinhos de leite mais fofos de toda a websfera. 🙂

4) Projeto Gostoso(a) em 2010 – Quem não quer emagrecer e ficar mais gostoso, não vive nesse mundo. Ok, tem gente que vive sim nesse mundo, mas não tá nem ai pra isso. Mas como ainda tem gente que se liga nisso de ter uma vida mais saudável, se alimentar melhor e perder alguns quilinhos, o Projeto tá aí pra dar algumas dicas super bacanas de alimentação e atividades físicas. Vale a pena, não só porque o projeto é legal, mas porque a dona é uma mega hiper gatinha! 😉 #nerdsafado

5) Lábia – Esse eu descobri hoje, e já virei fã. 😀 A Marininha (acho que ela não tem twitter) deixa um montão de dicas musicais, com vídeos do youtube. Não tem um tema certo por dia. Bateu na cabecinha dela, ela manda ver nos dedinhos e joga pra gente se entreter. Um serviço super bem prestado, principalmente praqueles dias em que a gente quer só ligar alguma coisa e ser surpreendido por músicas que normalmente não estaria no nosso repertório – ou às vezes até está, mas você não estava com muita vontade de pensar pra lembrar. 😉

É, eu sei. Já passou da meia noite e, tecnicamente, hoje já não é mais dia 31/08. Mas quando eu comecei a escrever ainda era! Tenho culpa do post da Katy Perry ter me tomado mais tempo do que eu imaginei?

O que é Branding, afinal?

O Urban Influence fez o vídeo, a Carol Hoffman tuitou, a equipe do LogoBR gostou, traduziu e postou. Sem mais delongas, o vídeo que explica de forma simples e rápida (3 minutinhos e quarenta segundinhos) o que é Branding.

Mandei o vídeo pra minha turma da pós em Gestão de Marcas, com a seguinte pergunta no final: “Por que escolhemos trabalhar com Branding, afinal?”. Mas agora, pensando melhor, acho que a pergunta-pegadinha deveria ter sido feita de outra forma: “Tem como NÃO trabalhar com Branding, nos dias atuais?

Natureza, pelos Números

Nesse sábado, na última aula de Segmentação de Mercado da minha pós em Gestão de Marcas e Identidade Corporativa, estava agendado que seriam somente realizadas as apresentações finais dos grupos, onde cada um falaria de um nicho de mercado, sorteados previamente. Como já davam nove horas e 30% da turma ainda não havia chegado – lembrando que a aula começa oficialmente às 8h –, o professor resolveu puxar um papo sobre a Lei (ou era Teoria?) de Fibonnaci, a Proporção de Ouro, e demais assuntos variantes. Daí, hoje um colega de sala me enviou este vídeo, que complementa e ilustra muito bem o papo que rolou naquela aula. Se você não sabe do que se trata esse assunto, imagino que o vídeo consiga introduzir de uma forma bem legal tudo isso. E se mesmo assim, você se sentir meio perdido, se mata! curta as imagens, que são magníficas. 😀